
Após várias reflexões sobre este assunto acabo por chegar à conclusão de que o poeta não pertence a ele próprio, pertence a algo divino, ao mundo e principalmente às gerações seguintes.
Para além disso é a voz do povo, o que não se diz em voz alta ele escreve e grita para o mundo da forma mais brutal e doce que possa existir. E por incrível que pareça todo o mundo o compreende da forma que ele o escreveu.
24, Maio de 2006 Guilherme Ribeiro